Diretor

Daniel Hetzel

Formado em Medicina pela UFRN, desde a mais tenra infância nutre verdadeira fascinação pela sétima arte. Autodidata, sempre buscou estudar a arte de se fazer cinema, pois nunca se contentou em ser apenas um espectador. Seu objetivo maior: estar do outro lado da grande tela. Cursou especialização em Cinema pela UFRN e lá conheceu muitos “Sapiens” que sonhavam o mesmo sonho. Eis que ele idealiza o projeto Setcenas e, com um pitching eficiente, convence dois companheiros de curso a embarcar nesta nova empreitada juntos.

Atualmente, é Diretor do Setcenas, mas tem carinho especial pelo setor criativo, liderando a equipe de roteiristas do Universo Setcenas, que se encontra em contínua expansão.

Suas maiores referências cinematográficas: tudo de Ingmar Bergman, quase tudo dos grandes mestres Italianos e muita coisa do cinema autoral/independente francês. Acredita que o cinema Americano está em plena crise criativa, e sente-se saudosista de uma época que nunca viveu: a Era de Ouro dos grandes estúdios. Em alguns sonhos, acredita ter sido um dos samurais de Kurosawa, tamanha a sua veneração pela cultura nipônica.

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Produtor Executivo

Marcos Trindade

Engenheiro civil de formação, desde a infância é um verdadeiro amante do Cinema. Seu primeiro trabalho voluntário, aos 16 anos, como atendente de videolocadora revelou sua paixão pelo universo da sétima arte. A opção por um caminho profissional distinto do seu sonho de criança não arrefeceu a sua vontade de vivenciar experiências e absorver conhecimentos cinematográficos, por meio da leitura e alguns milhares de filmes assistidos.

A Era do Cinema Mudo, o Expressionismo Alemão, o Neo-Realismo Italiano, a Nouvelle Vague Francesa e as obras produzidas até a década dos anos 80 formam a base de suas influências. A especialização em Cinema pela UFRN permitiu aprofundar seus estudos ligados à História do Cinema e ao preenchimento do seu espaço sonoro, e possibilitou o compartilhamento dos seus desejos com os colegas de curso. Dessas interações surgiu o convite, prontamente aceito, para embarcar na jornada de criação do Setcenas.

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Produtor

Arthur Zé

Arthur “Zé” Cortês é graduado em Jornalismo pela UFRN, possui especialização em Cinema e em LIBRAS. Reingressou no curso de Rádio e TV e faz documentários para o Laboratório de Estudos Geoambientais. Durante a especialização em Cinema, foi convidado por Daniel Hetzel e Marcos Trindade a se tornar sócio do projeto Setcenas, um sonho que se tornou realidade por meio de um bom trabalho, imprescindíveis parcerias e muito planejamento. Tem como paixão o estudo da linguagem cinematográfica. “Quais as formas de emocionar o público?” são perguntas que sempre faz ao assistir uma obra audiovisual – normalmente como pesquisa acadêmica ou para desenvolver ferramentas para suas produções. Adora making ofs (por vezes chega a ser mais interessante do que alguns filmes) e essa experiência ele traça analogia com Neo, do filme “Matrix”: percebemos códigos por trás das imagens e tudo aquilo parece fazer sentido em um contexto maior, no caso a História do Cinema. Aliás, adora ficção científica e filmes de cineastas eloquentes como: Lars von Trier, Gaspar Noé, Aronofsky, Tarantino; os mestres em contar histórias como Sergio Leone, Spielberg e Hitchcock; as sutilezas de Sandra Kogut, Kieslowski e Jafar Panahi. Aprecia curtas-metragens e todas as formas de inovar (e pensar) a linguagem cinematográfica.

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Editora

Andressa Viera

Formada em Jornalismo e especialista em Cinema pela UFRN, é pós-graduanda em Marketing Estratégico (UNI-RN). Tem também um pé no ramo jurídico, como graduanda em Direito (UnP), o que lhe ajuda a conhecer mais de sua maior paixão: as pessoas. O universo do cinema lhe encantou desde a infância, com mais intensidade nos últimos cinco ou seis anos, quando iniciou um percurso em contínua construção como crítica de cinema, e começou a destinar uma boa fração do salário às salas de cinema e a boxes e livros afins. Só de Marilyn Monroe, acumula cinco livros grossos e 20 filmes em seu museu cinéfilo particular. Tem um fraco por adaptações da Broadway.

Colunistas

Vanessa Labre

É formada em teatro pela UFRN e tem mestrado em Comunicação e Cultura Contemporâneas pela UFBA. Atualmente, faz doutorado em Comunicação e Informação na UFRGS, graduação em Comunicação Social – Audiovisual na UFRN e atua como professora.

É apaixonada pelo cinema brasileiro, e se sente responsável por divulgar e valorizar a produção nacional. Procura entender não apenas de estética e linguagem cinematográficas, mas do mercado e da legislação que rege o campo do cinema por perceber que essas estruturas estão intimamente associadas à experiência do espectador.

Tem começado a desenvolver trabalhos como produtora audiovisual, roteirista e atriz em curtas-metragens. Possui artigos e capítulos de livros publicados, está escrevendo um livro de contos e tem ainda outras ambições artísticas. Resumindo, não consegue ficar parada. Jamais.

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Ricardo Amaral

Nasci em Recife e escolhi Natal para morar e viver. Sou Geólogo pela UFPE, educador, ambientalista e professor no Departamento de Geologia da UFRN. Participei de vários cursos de foto, vídeo e áudio; coordenei alguns projetos de extensão na UFRN, como o projeto “Caminhos do Presente” onde tive a oportunidade de ensinar e aprender sobre o audiovisual como instrumento para ampliação do conhecimento de nossa realidade. Em 2015 me especializei em Cinema pela UFRN e neste mesmo ano desenvolvi a Mostra de Vídeos sobre Meio Ambiente – GeoVideos, no Simpósio de Geologia do Nordeste. Atualmente coordeno, na UFRN, o Laboratório de Estudos Geoambientais – LEGEO, onde estimulamos, dentre outras coisas, a compreensão e o respeito ao meio ambiente e a elaboração de vídeos. Já produzimos dezenas de curtas metragens.

Em termos de cinema, me considero uma pessoa eclética. Para mim, fazer um bom filme é contar uma boa história. Ponto final. Gosto da genialidade de Alfred Hitchcock; do requinte de Luchino Visconti, do lirismo e da precisão de Akira Kurosawa, da ousadia infantil de Tarantino, da criatividade de Jafar Panati e assim por diante. Mas o que me faz feliz mesmo é assistir aos filmes que contam histórias de minha terra, do mundo por onde vivi desde criança, desta região sem fronteiras físicas definidas que fica no nordeste do Brasil. Por isso, pra mim é sempre um prazer assistir a um filme do Claudio Assis, do Marcelo Gomes, do Kleber Mendonça Filho, do Gabriel Mascaro, do Hilton Lacerda, ou dos novos cineastas nordestinos.

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Raildon Lucena

Jornalista, por formação e vocação. Escreve sobre cinema há mais de 15 anos, período em que chegou a assinar colunas para revistas (Papangu), jornais (De Fato, Correio do Seridó) e internet (Observatório de Cinema).

Caicoense e seridoense, região onde tem um empreendimento, a agência Referência Comunicação. Entusiasta da Sétima Arte, pretende enveredar pelo mundo do audiovisual.

Vê de tudo, sem embaraço, de produções clássicas, passando pelos blockbusters e pelo cinema trash mais descarado. Ora, pois, cada filme tem o seu significado, o seu legado. E qual cinéfilo não possui aquela vontade inveterada de ver os filmes que ainda não viu?

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Sávio Randy

Ama cinema desde que se entende por gente, mas se tornou cinéfilo a menos tempo do que gostaria. Já se perdeu por um curso de engenharia, mas em tempo hábil se salvou em seu atual curso de Radialismo. Almeja viver do cinema. É o caçula do SetCenas.

Religiosamente vai ao cinema no mínimo duas vezes por semana e assiste a no mínimo um filme por dia. Costuma ver filmes em maratona, seja por diretores, escolas, gêneros, estúdios ou qualquer outro motivo que os una. Procura ser democrático em tudo que explora. Apesar de pouca paciência para terror, ainda se aventura pelo gênero. De Wim Wenders a Orson Welles. De Anselmo Duarte a Alejandro Iñarritu. De Vittorio de Sica a François Truffaut. De Yasujiro Ozu a Licínio Azevedo. De Eisenstein a Christopher Nolan. Conhecendo um pouco de cada, vai desenvolvendo seu repertório. Sonha que no dia de sua morte, tenha visto tantos filmes quantos dias viveu.

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Márcia Ribeiro

Com formação em Jornalismo, muito antes de seguir essa profissão, já tinha uma paixão maior: o cinema. O amor pela Sétima Arte a acompanha desde criança. Estudar cinema, seu grande sonho, foi realizado por meio da Especialização em Cinema da UFRN. Daí vieram inestimáveis conhecimentos, grandes amizades e parcerias. O maior fruto: fazer parte da equipe SetCenas. Amante do cinema clássico de Hollywood, tem uma predileção especial pelos, por vezes, incompreendidos musicais. Queria que a vida lhe permitisse sair dançado e cantarolando pelas ruas como nos filmes. Adora as antigas películas em Technicolor. Ama Audrey Hepburn, Hitchcock, Gene Kelly e o cinema francês. Não se afina muito com obras de Ficção Científica. Desejo maior: viver de cinema.

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Marcela Freire

Marcela Freire é publicitária, especialista em Cinema pela UFRN e membro da ACCiRN (Associação de Críticos de Cinema do RN). A 7ª arte entrou na vida dela como um passatempo na infância e logo foi crescendo e se transformando em uma paixão que só aumenta com o tempo. É fascinada pela vastidão de possibilidades do cinema, que começou a explorar a partir de filmes preto e branco que a encantaram, como clássicos de Charles Chaplin, Alfred Hitchcock, Billy Wilder e William Wyler, e iniciou seu aprendizado aí. Deslumbrou-se com as sombras e mistérios do Expressionismo alemão e dos filmes noir, mergulhou de cabeça nos pesadelos de David Lynch e suspirou com a sensibilidade de Yasujiro Ozu. A lista de favoritos dela não acaba aí e com certeza vai estar espalhada em seus textos no SetCenas.

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Danilo de Freitas

Psicólogo Clínico e professor de Psicologia. Sou fascinado pelo estudo da subjetividade humana em suas mais diversificadas representações. Leio de tudo, mas sou fã confesso da obra do mestre do terror Stephen King. Curto rock britânico dos anos 60/70, embora não seja um grande conhecedor. E acima de tudo, cinéfilo doente por gosto: de Leone a trasheiras duvidosas dos anos 80, é possível gostar de tudo um pouco. Eis o meu lema.

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Dênia Cruz

Descobri que meu nome, “Dênia”, tem origem árabe e significa “mundo”, mais que pertinente a minha essência, pois sou comospolita por natureza. Adoro viajar, explorar culturas, sabores, cenários, descobrir histórias e contá-las, através de filmes, mais precisamente documentários. Há cerca de 15 anos o audiovisual entrou na minha vida de forma casual, mas tomou espaço e assumiu lugar de destaque. Fiz mestrado em Estudos da Mídia, o que me fez pesquisar o audiovisual potiguar, também sou Especialista em Cinema e Graduada em Jornalismo, duas paixões que me fizerem querer ser documentarista. E para contribuir no tocante a construção de políticas públicas no nosso estado colaboro integrando a ABDeC-RN (Associação Brasileira de Documentaristas e Curtametragistas do RN), atualmente na função de presidente, um desafio, mas também um aprendizado. Além disso, sou uma cinéfila apaixonada pelo que o cinema pode oferecer de melhor, a oportunidade conhecer universos que somente a sétima arte nos permite. Por isso gosto do cinema autoral, aquele que o diretor/roteirista imprime sua estética, seu estilo, sua ideologia como Pedro Almodovar, Quentin Tarantino, François Truffaut, Jorge Furtado e a bela Nadine Labaki, são alguns dos nomes que admiro na ficção, assim como os documentaristas Eduardo Coutinho e João Moreira Salles

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Thales Azevedo

Thales Azevedo é especialista em cinema pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) e um curioso apreciador de tudo que a boa arte tem a oferecer. É militante do bom turismo e, ao passo que viaja, tem a fantasiosa certeza de que a sua vida é um filme, ou melhor, um seriado, onde cada carimbo no passaporte proporciona experiências sensoriais que escrevem cenas decisivas dos próximos episódios da sua existência. Costuma se extasiar com dramas franceses e bater palmas para cada produção brasileira que brinde ao neorrealismo italiano como essência. Entretanto, em que pese seu amor pelo velho mundo, é devoto da última metade das obras de Woody Allen (acha até que é o próprio Gil Pender de todas as horas em Paris ou em Natal), mas encontrou na Argentina a sua referência em “catarses cinematográficas”. Piolho confesso de salas de cinema, mostras e festivais afins, acredita que uma boa direção de arte pode ser a cereja do bolo para que o espectador compre a trama.

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Web Design

Wil Minetto

Nascido em Limeira interior de São Paulo, atualmente mora em Natal-RN.
Formado em Processamento de Dados pela Unesp, começou como autodidata no design e posteriormente freqüentou o curso de Direção de Arte na escola Belas Artes de São Paulo.

Em sua trajetória já teve destaques em revistas como Photoshop Creative, Six Seconds Magazine e Computer Arts, venceu concursos nacionais para Oi e Camiseteria e outros internacionais de design.

Atualmente trabalha numa agência de publicidade/design (Mariz) e coordena e executa projetos gráficos voltados à área artística e musical, para clientes como Os Mutantes, Oswaldo Montenegro, Biquini Cavadão, O Teatro Mágico, Leandro Lehart, PG, Luciana Mello, Negra Li, Jair Oliveira e Strike. Já teve imagens vendidas e divulgadas em Israel, Estados Unidos e Europa.